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Marketing para empreendedores e a arte de conseguir clientes online

Marketing para empreendedores e a arte de conseguir clientes online
Foto de Rod Lopes

Rod Lopes

Eu ando observando muito o comportamento de quem está tentando colocar um projeto de pé sozinho e percebo um padrão que beira o inevitável.

A maioria das pessoas que constrói algo legal acaba travando no mesmo ponto, elas acham que o problema está na falta de uma funcionalidade específica ou que o código ainda não está maduro o suficiente.

Na verdade, o buraco é bem mais embaixo e tem nome: falta de marketing com intenção. Marketing não é algo que você faz quando sobra tempo ou quando o produto está perfeito. É um trabalho de formiguinha, muitas vezes repetitivo e bem menos glamouroso do que escrever código.

O erro clássico é tratar a divulgação como um improviso, postando algo aqui e ali sem critério, achando que o “boca a boca” vai surgir por mágica se a solução for boa. Não vai.

O perigo de atirar para todos os lados

Uma das coisas que mais vejo é o fundador tentando ser onipresente. O sujeito quer estar no LinkedIn, no X, no Instagram, no TikTok, no Youtube, mandar emails e ainda fazer tráfego pago, tudo ao mesmo tempo e sem orçamento.

O resultado é sempre o mesmo, um cansaço absurdo e nenhum dado concreto para analisar.

Quando você tenta validar dez canais de uma vez, você não valida nenhum. Se não existe um método para medir o que aconteceu, você fica apenas na base do “acho que não funcionou”.

É muito melhor escolher um único lugar onde seu público potencial realmente conversa e martelar ali com uma mensagem clara até entender o que faz eles clicarem.

O produto quase nunca é o culpado

Eu já vi ferramentas bem simples, quase rudimentares, ganharem mercado porque a promessa era cristalina. Por outro lado, vi softwares robustos, cheios de integrações e IA, morrerem na praia.

Se as pessoas chegam no seu site e redes sociais e não entendem o ganho imediato que terão, elas saem. Muitas vezes o problema está no ângulo que você escolheu para apresentar a solução.

Talvez você esteja tentando vender “produtividade” quando, na verdade, o que o seu cliente quer é apenas parar de perder duas horas para publicar um post no instagram.

Ajustar essa comunicação é o que separa quem consegue os primeiros dez clientes de quem fica meses no zero a zero.

Decisões baseadas em números, não em pressentimentos

Outro ponto que me incomoda é a resistência que muita gente tem em rastrear as coisas. Parece que existe um medo de encarar os dados porque eles podem mostrar que aquela ideia genial não despertou interesse. Mas é justamente esse o valor.

Sem rastreamento, você está jogando no escuro. Você precisa saber de onde as pessoas estão vindo, em que parte da página elas desistem e qual frase gerou mais conversão.

Marketing é observação constante e ajuste fino. Não precisa de ferramentas caríssimas, uma planilha organizada ou um serviço de analytics básico já dão um norte que a intuição jamais daria.

Eu já passei por fases onde achei que sabia exatamente o que o mercado queria, apenas para os números me provarem o contrário em uma semana. Dói no ego, mas poupa meses de esforço jogado no lixo.

Existem inúmeras formas de montar essa estrutura mínima de acompanhamento, tudo depende da complexidade do que você está vendendo e de quanto tempo você tem para analisar isso manualmente.

Se você tiver o hábito de olhar para os dados com frieza, o processo de conseguir clientes deixa de ser uma questão de sorte e vira uma questão de ajuste mecânico.

Se você estiver sentindo que está patinando e quiser entender como eu organizo uma rotina mínima de marketing para não pirar, eu posso detalhar como priorizo essas tarefas sem deixar o desenvolvimento de lado.

Foto de Rod Lopes

Rod Lopes

Desde o século passado atuando no digital, ensino exatamente o que aplico na prática para mim e para clientes, integrando conhecimento técnico e visão estratégica de alto nível, sempre adaptado à sua realidade, não à dos outros.

Desenvolvo projetos que vão da arquitetura digital à gestão estratégica, integrando Automação e Inteligência Artificial como diferencial competitivo.

Com uma década de experiência na IBM, desenvolvi conhecimento técnico, estratégico e disciplina de execução que aplico hoje na construção de negócios digitais atrativos para o público-alvo.

Pós-graduado em Marketing e Mídias Digitais pela FGV, ministro Workshops Presenciais em Campinas e Região e Online para o Brasil e exterior, desenvolvendo habilidades digitais com foco profissional e visão de negócio.

Bio

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