Já foi o tempo em que criar um site era um parto de seis meses, envolvendo programadores carrancudos e orçamentos que pareciam a compra de um imóvel.
Hoje, o jogo mudou, mas o que eu percebo é que muita gente ainda se enrola no excesso de ferramentas ou na falta de um processo que preste.
O que eu faço aqui no meu dia a dia é basicamente cortar o caminho, focando no que realmente traz dinheiro para o cliente, sem frescura técnica desnecessária.
O segredo, se é que existe um, começa na escuta. Eu marco uma chamada de alinhamento e deixo o cliente falar. Gravo tudo, porque no meio daquelas frases soltas e das queixas sobre o negócio dele, estão os ganchos de venda que nenhum briefing escrito consegue captar.
Depois, jogo esse conteúdo bruto para um agente de IA que eu mesmo treinei com base na minha experiência e no meu portfólio.
Esse agente de IA não cria o site sozinho – longe disso -, mas ele me entrega um esqueleto lógico, uma prévia do que faz sentido para aquele público específico do meu potencial cliente. É um ponto de partida muito mais inteligente do que uma folha em branco.
Com essa estrutura na mão, eu entro com o trabalho manual. É a hora de ajustar o tom de voz, o refinamento visual e garantir que a experiência do usuário não seja uma corrida de obstáculos.
Uso o básico que funciona: WordPress, Elementor e uns quatro plugins que dão conta do recado. Não preciso de quinhentas extensões pesando o carregamento da página e criando buracos de segurança.
A parte da hospedagem do site é direta ao ponto, sem economizar no que é essencial para o site não cair no primeiro pico de acessos.
Quando chego na reunião de apresentação, o cliente já vê algo muito próximo do real. A gente ajusta os detalhes ali mesmo ou logo depois, faz os retoques finais e pronto.
O site vai para o ar rodando liso, sem que eu tenha precisado escrever uma linha de código complexa ou o cliente tenha perdido três meses de sono.
É um fluxo que respeita o tempo de todo mundo e foca no resultado final, que é ter uma presença digital profissional sem queimar neurônios à toa.