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Brasileiros dominam o uso de IA generativa em escala global

Brasileiros dominam o uso de IA generativa em escala global
Foto de Rod Lopes

Rod Lopes

Olha, eu acabei de dar uma lida nessa notícia dizendo que o Brasil é o segundo país que mais usa IA generativa no mundo e, sinceramente, não me surpreende nem um pouco.

A gente tem esse hábito de abraçar qualquer tecnologia que prometa facilitar a vida ou, pelo menos, cortar caminho no trabalho braçal.

O dado é forte: ficamos atrás apenas da Índia. Mas o que me chama a atenção de verdade, vivendo o dia a dia do marketing e dos negócios digitais, não é o volume de acessos em si, mas como essa ferramenta está sendo absorvida pela nossa cultura.

O brasileiro tem uma ginga nata para adaptar ferramentas. A gente não usa a IA só pra “cumprir tabela”, a gente usa pra tentar ganhar escala onde antes faltava braço.

Tem um ponto no texto que fala sobre como as empresas estão integrando isso. E aqui vai minha percepção real: existe um abismo entre quem usa IA pra fazer legenda de post de Instagram e quem está realmente redesenhando processos internos.

Eu vejo muita gente empolgada com a produtividade, mas sinto que ainda falta um filtro crítico. É aquela história, a ferramenta é brilhante, mas se você não souber exatamente o que perguntar, ela te entrega uma resposta mediana que todo mundo já viu.

No mercado de marketing, o perigo é a gente inundar o mundo com conteúdo morno só porque agora é “de graça” e rápido produzir.

Outra coisa que me pegou foi a questão da confiança. A pesquisa mostra que o brasileiro confia mais na IA do que a média global. Isso é curioso, né? Talvez seja otimismo, ou talvez a gente só esteja desesperado por eficiência em um ambiente de negócios que sempre foi muito burocrático e pesado.

Na prática, eu vejo que quem está se destacando não é quem usa IA para substituir a cabeça, mas quem usa para potencializar o que já era bom. É como um motor turbo, se o carro está sem roda, o motor não serve de nada.

A verdade é que o jogo mudou e não tem volta. Se o Brasil já é o segundo maior usuário de IA, quem ignorar isso agora vai virar peça de museu em questão de meses.

O desafio agora não é mais “acessar” a IA, mas sim como manter a nossa essência e o nosso jeito de fazer negócio no meio de tanto código automatizado.

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Rod Lopes

Desde o século passado atuando no digital, ensino exatamente o que aplico na prática para mim e para clientes, integrando conhecimento técnico e visão estratégica de alto nível, sempre adaptado à sua realidade, não à dos outros.

Desenvolvo projetos que vão da arquitetura digital à gestão estratégica, integrando Automação e Inteligência Artificial como diferencial competitivo.

Com uma década de experiência na IBM, desenvolvi conhecimento técnico, estratégico e disciplina de execução que aplico hoje na construção de negócios digitais atrativos para o público-alvo.

Pós-graduado em Marketing e Mídias Digitais pela FGV, ministro Workshops Presenciais em Campinas e Região e Online para o Brasil e exterior, desenvolvendo habilidades digitais com foco profissional e visão de negócio.

Bio

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