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Automação de Marketing de Conteúdo para Blog e Redes Sociais com IA

​A era do conhecimento super-humano na IA

​A era do conhecimento super-humano na IA
Foto de Rod Lopes

Rod Lopes

Sempre que leio sobre o futuro da inteligência artificial, sinto que a maioria das pessoas ainda está presa na fase do deslumbramento inicial.

É aquele momento em que a gente acha incrível o computador escrever um e-mail, um conteúdo para estratégias de marketing ou resumir um PDF.

Mas a verdade é que estamos apenas na superfície.

Li recentemente uma análise sobre o que chamam de “conhecimento super-humano“, publicado pela revista Exame, e a tal próxima revolução da IA. Isso me fez refletir sobre como o jogo vai virar nos próximos anos.

Até agora, a gente tem lidado com o que eu chamo de “estagiário muito rápido”. As IAs atuais, como o ChatGPT, Gemini, Claude, dentre outras que a maioria usa, são baseadas em probabilidade. Elas chutam a próxima palavra com uma precisão assustadora, mas, no fundo, elas não estão “pensando” do jeito que a gente entende o pensamento crítico. Elas operam no piloto automático.

O que está vindo por aí – e o Google, OpenAI e outras gigantes já deixaram isso claro – é uma mudança de paradigma. Estamos saindo da fase dos chatbots que falam muito para entrar na era dos sistemas que raciocinam.

A diferença entre responder rápido e responder certo

Pense na forma como você toma decisões. Para coisas triviais, você reage instintivamente. Para problemas complexos, você para, respira, analisa cenários, descarta o que não serve e só então chega a uma conclusão.

A próxima geração de IA vai fazer exatamente isso. Em vez de cuspir uma resposta em milissegundos, o sistema vai ter a capacidade de “refletir”. Isso muda tudo para quem tem negócios.

Hoje, a gente gasta muito tempo corrigindo as alucinações da máquina ou tentando dar o contexto que ela não pegou. Com o nível de raciocínio avançado, a IA passa a atuar não mais como um estagiário, mas como um consultor sênior.

Isso é o que eles classificam como o “Nível 2” da IA: os Raciocinadores.

Onde a automação encontra a inteligência real

É aqui que a coisa fica interessante para o nosso dia a dia operacional. Hoje, a gente já busca eficiência em tudo. Quem trabalha no digital sabe que a consistência é a chave, e é por isso que uma boa automação de conteúdo para redes sociais é vital para manter a roda girando enquanto a gente foca no estratégico.

Só que, com essa nova camada de inteligência “super-humana”, essas ferramentas deixam de ser apenas agendadores ou geradores de legendas genéricas.

Imagine um sistema que não apenas posta, mas que analisa o sentimento do mercado, cruza com dados financeiros globais e sugere uma alteração na sua linha editorial porque percebeu uma tendência que nenhum humano notou ainda. A automação deixa de ser mecânica e passa a ser analítica.

O salto para o conhecimento super-humano

A conversa fica mais profunda quando olhamos para o longo prazo. A promessa é que chegaremos a um ponto onde a IA não apenas resolve problemas que já conhecemos, mas começa a inovar. É o que já estão chamando de “Nível Super-Humano”.

Isso soa meio ficção científica, mas a lógica é sólida. Se a máquina consegue processar todo o conhecimento biológico disponível e cruzar dados com uma capacidade de “raciocínio” profundo, ela pode, teoricamente, descobrir curas ou inventar tecnologias que nossa mente biológica levaria décadas para alcançar.

Para o empreendedor, isso significa acesso a insights que hoje são impossíveis.

Não é sobre substituir, é sobre subir a régua

Muita gente treme na base achando que vai se tornar obsoleto. Minha visão é um pouco diferente.
A régua vai subir. Se o computador consegue fazer o raciocínio lógico básico e intermediário melhor que nós, o nosso valor passa a ser a curadoria, a ética, a empatia e a decisão final.

O perigo não é a IA ficar inteligente demais. O perigo é a gente continuar operando no modo automático enquanto a ferramenta evolui.

Quem souber fazer as perguntas certas para uma máquina capaz de raciocinar vai ter uma vantagem competitiva brutal sobre quem só usa a IA para escrever texto bonitinho.

Estamos caminhando para um mundo onde o “como fazer” será commodity. O valor real estará inteiramente no “o que fazer” e “por que fazer”.

E sinceramente, mal posso esperar para ver como isso vai limpar o mercado de amadores.

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Rod Lopes

Desde o século passado, ajudando pessoas e empresas a se posicionarem melhor no mercado digital.

- Cursos Presenciais de diversos aspectos do marketing digital em Campinas.

- Desenvolvimento de Habilidades Digitais de Uso Profissional.

- Criação de Negócios Online e Marketing Digital na era da Inteligência Artificial e Automação.

- Minha atuação abrange desde a criação de sites, landing pages e lojas virtuais, gestão técnica e estratégica de tráfego pago e orgânico otimizado para motores de busca (SEO) até a implementação de soluções com Automação e Inteligência Artificial.

- Mentor de profissionais de marketing que buscam dar um UP na carreira.

Ensino tudo que faço, integrando conhecimento técnico e estratégico de alto nível sempre focado em resultados.

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